Eu quero menos
Menos roupa
Menos cabeça quente
Menos falta de tempo
Menos resolver tudo por e-mail
Menos distância
Menos complicação
Eu quero é menos. Porque o menos, é mais.
Ah, eu quero menos pra mim ... e quer saber?
Eu desejo o mesmo pra você!
sábado, 7 de novembro de 2009
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
"Não perturbe o torna-se"
eu acho linda essa frase do Deleuze - umas das que vou estampar as paredes da casa um dia. hoje tento segui-la simplesmente, embora nem todo tempo acreditasse nela, no "torna-se" exatamente - tinha certeza que já Era e sendo só deveria Ser de vez. “já que sou, vou ser”.
frases feitas? sim, não importa mais a definição - meu momento de auto-afirmação já passou e principalmente porque sei das milhares de frases próprias, aliás bem engatilhadas, que possuo. umas poéticas, algumas bobinhas e outras engraçadas. o importante, nisso tudo, ao meu ver, sempre será saber o que está sendo dito - por causa do tal poder que há nas palavras e todo mundo sabe. esse é o ponto. é nisso que desde sempre prendi o pensamento e principalmente a preocupação e o que sempre cobrei das pessoas as quais me rodearam um dia. mas não é por isso que deixo de gostar de falar por puro deleite - eu mais gosto de papinho pro ar do que daquela conversa séria, minada da complexidade; procurando status, alguma admiração - admiração furada, diga-se de passagem. confesso que não existe algo que me dê mais prazer do que ouvir uma bobagem alheia; de criança, de adulto; sem querer.
bem, o que sou, e o que superestimo em todos, está naqueles risos que consigo arrancar ou dar, na capacidade vanguardista que vaga pelas nossas entranhas, na frente, no verso e vice-versa e claro a disposição do “da boca pra fora”, para que todos possam Ver. Justifico com isso a minha falta de paciência com essa gente que não fala. mas registro meu respeito aos mudos, que se pudessem falar... falariam pelos cotovelos – eles devem concordar comigo. mas é certo que eles e eu não suportamos os que não se cansam em preencherem cada espaço de silêncio - o silêncio não tem preço, e quando tem é mais caro que qualquer palavra dita.
frases feitas? sim, não importa mais a definição - meu momento de auto-afirmação já passou e principalmente porque sei das milhares de frases próprias, aliás bem engatilhadas, que possuo. umas poéticas, algumas bobinhas e outras engraçadas. o importante, nisso tudo, ao meu ver, sempre será saber o que está sendo dito - por causa do tal poder que há nas palavras e todo mundo sabe. esse é o ponto. é nisso que desde sempre prendi o pensamento e principalmente a preocupação e o que sempre cobrei das pessoas as quais me rodearam um dia. mas não é por isso que deixo de gostar de falar por puro deleite - eu mais gosto de papinho pro ar do que daquela conversa séria, minada da complexidade; procurando status, alguma admiração - admiração furada, diga-se de passagem. confesso que não existe algo que me dê mais prazer do que ouvir uma bobagem alheia; de criança, de adulto; sem querer.
bem, o que sou, e o que superestimo em todos, está naqueles risos que consigo arrancar ou dar, na capacidade vanguardista que vaga pelas nossas entranhas, na frente, no verso e vice-versa e claro a disposição do “da boca pra fora”, para que todos possam Ver. Justifico com isso a minha falta de paciência com essa gente que não fala. mas registro meu respeito aos mudos, que se pudessem falar... falariam pelos cotovelos – eles devem concordar comigo. mas é certo que eles e eu não suportamos os que não se cansam em preencherem cada espaço de silêncio - o silêncio não tem preço, e quando tem é mais caro que qualquer palavra dita.
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
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Muitas vezes não consigo ver a diferença entre ser cautelosa e orgulhosa. Prefiro pensar que sou cautelosa e estou me protegendo. Mas, na maioria das vezes, não quero encarar a possibilidade de não ser extraordinária aos olhos do outro. É uma pena que a gente não encontre o extraordinário em sorrir para alguém e como em ter sorrido por alguém.
Dias estranhos, angustiantes até. Mas nada que me leve à morte de verdade.
Dias estranhos, angustiantes até. Mas nada que me leve à morte de verdade.
quinta-feira, 30 de julho de 2009
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Essa música da Secos & Molhados, aqui cantada só pelo Ney, é hino. Dá vontade de amar, de gritar, de criar, de transbordar.
http://www.youtube.com/watch?v=ENJh1_xzx6c&NR=1
http://www.youtube.com/watch?v=ENJh1_xzx6c&NR=1
terça-feira, 28 de julho de 2009
sexta-feira, 17 de julho de 2009
Essência
Para bem criar passarinho é bom ter asas na alma, imensa inveja dos vôos e viver leve com as pernas. Isso se consegue descobrindo a alegria de possuir um céu aberto como casa e ter como caminho a distância do nascente ao crepúsculo, sempre.
Para bem criar passarinho é necessário prender o universo – dos mares ao firmamento – em uma gaiola respirando azul e infinito por todos os lados. É seguro declarar que nenhum espaço é demais para os vôos. Para bem criar passarinhos é preciso experimentar as asas, sempre.
Para bem criar passarinho é necessário prender o universo – dos mares ao firmamento – em uma gaiola respirando azul e infinito por todos os lados. É seguro declarar que nenhum espaço é demais para os vôos. Para bem criar passarinhos é preciso experimentar as asas, sempre.
(trecho do livro Para Bem Criar Passarinho de Bartolomeu Queirós)
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